quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Pena de morte no Brasil: é viavel ?

A pena de morte no Brasil, no momento , é uma alternativa altamente inviável, haja vista que o sistema de justiça na Republica Federativa do Brasil é lenta, carente de qualidades técnicas que permita ao cidadão comum se defender plenamente de acordo com a lei prevista.

Basta lembrar que o Artigo quinto da Constituição diz que perante a lei somos todos iguais. Na prática vemos e percebemos que a Lei é igual para todos, com a diferença que a Lei é "mais igual" para algumas pessoas.

A justiça aplica a Lei, porém quem faz a Lei são os nossos famigerados (célebres/famosos) políticos corruptos, infelizmente. Como confiar na Lei desses políticos se até o presente momento não tiveram a coragem de mudar a Lei da Imunidade Parlamentar que torna os nossos políticos inacessíveis e inalcançáveis pela lei ?

A Lei da Imunidade Parlamentar é tão indecorosa (indecente/vergonhosa) no Brasil que já denominamos de Lei da Impunidade Parlamentar. Para piorar a situação , é de se imaginar como seria a aplicação da Pena de Morte no Brasil, onde impera a Lei dos “N.P.P” (Negros, Pobres e Prostitutas).

Sejamos sábios e vamos mudar primeiramente a mentalidade das pessoas para que possamos melhorar o sistema social e político do Brasil.

Os conflitos e problemas no Oriente

Divergências econômicas e territoriais, busca por petróleo e intolerância religiosa: esse é o complexo cenário do Oriente, que possui ainda os conflitos armados que devastam povos, culturas e países.

Guerras que envolvem questões econômicas e territoriais, como a da Ossétia do sul, são exemplos de como a ausência de diálogo entre as nações pode tornar lugares aparentemente seguros, em um palco de guerra – e como constantemente ocorre, vidas inocentes são partes das tristes, porém reais , estatísticas de guerra .

O Oriente é a região com maior reserva de petróleo atualmente e também de maior diversidade religiosa, fatos que impulsionam os interesses ocidentais , com destaque para os norte-americanos, que tentam explorar aquela região para manter a hegemonia econômica e militar. Já a questão da intolerância religiosa é muito antiga, e tem como origem as cruzadas; O petróleo é um caso mais recente, mas também causa centenas de mortes.

A Faixa de Gaza , há décadas , mostra quase que completamente a realidade oriental: já foi palco de diversas guerras e disputas territoriais , principalmente entre judeus e árabes. Esses são conflitos que mostram a dificuldade de conciliar povos que, por variadas questões, acabaram aumentando a intolerância religiosa e cultural na região.

O mundo não necessita de mais "acordos de Oslo”, e sim de governantes que saibam respeitar as diferenças religiosas e culturais, visando construir ali um lugar melhor para se viver.

Conflito de gerações entre pais e filhos

O conflito de gerações entre pais e filhos sofreu profundas transformações ao longo dos anos. Se antigamente prevalecia a vontade unilateral dos pais nas questões familiares, hoje estes são mais maleáveis e aceitam com mais naturalidade os questionamentos dos filhos.

A uniformidade de pensamentos e de costumes existente no mundo moderno acabou aproximando pais e filhos, e diminuindo, assim, as distâncias que os separavam desde a família patriarcal. Os pais tornaram-se mais afetuosos e tolerantes. Nas famílias modernas, geralmente, há uma maior abertura ao diálogo, que é de fundamental importância para a harmonia do lar.

Uma prova da mudança no convívio entre pais e filhos é o grande número de adultos que ainda vivem na casa dos pais. São homens e mulheres que põem o casamento em segundo plano e prolongam os anos de convivência familiar porque, na maioria das vezes, não querem abandonar o conforto que possuem vivendo com os pais.

Apesar disso, os conflitos familiares ainda existem. Os filhos da atualidade são mais questionadores e sempre buscam o estabelecimento de suas vontades. Em muitas famílias há, também, inércia dos pais para evitar embates. A falta de limites com que muitos pais educam seus filhos é questionável. Filhos sem limites podem se tornar adultos imaturos, avessos a frustrações e adversidades da vida. A falta de autoridade dos pais pode causar resultados danosos ao futuro dos filhos. Basta notarmos a dificuldade atual que os professores possuem para lecionar, pois, muitos alunos chegam à escola sem base familiar, desobedientes e violentos.

Por tudo isso, percebe-se que a diminuição dos conflitos entre pais e filhos é de extrema importância para a solidificação da família. Na época atual, o respeito e a tolerância ao próximo devem sempre prevalecer, e é vital que esses valores estejam presentes na família. Entretanto, o convívio social impõe regras a serem seguidas e o acatamento a estas deve ser iniciado e fortalecido no seio familiar, cabendo aos pais as rédeas desse convívio.

Diferença é preciso

Desde o surgimento da vida até hoje, as diferenças foram essenciais e continuarão sendo do aspecto biológico ao social e cultural. Darwin, autor da base da teoria evolucionista aceita atualmente, explicitou que as diferenças são de importância primordial para o progresso, para a evolução. Hoje, com o nosso histórico hereditário de competição, temos dificuldades de conciliar o instinto animal com a diplomacia necessária para vivermos em nossa sociedade.

Marcada por guerras, a história humana mostra que nunca foi fácil conviver comas diferenças, exemplo disso é o extermínio de judeus pelos nazistas e os conflitos tribais que existem até hoje e não somente no continente Africano. Os conflitos de identidades distintas são mais comuns em nossas cidades. As diferenças que causam conflitos vão de cor de pele e religião a estilo de música e orientação sexual.

Se o homem saiu das cavernas, criou leis e instituiu um modo de vida menos "animal", ele deveria estar preparado para uma maior tolerância com as diferenças. Deveria compreender que conceitos não são absolutos, afinal a mesma Gisele Bündchen considerada linda pela grande maioria dos homens, é considerada feia, magrela e pálida para os índios do Xingu. O homem deveria compreender ainda que homens e mulheres, negros e brancos, não são iguais, porém não há mérito nem demérito em pertencer a alguma dessas classificações, merecem direitos iguais.

Conviver com as diferenças não deve ser encarado como problema sem solução, mas sim como solução de problemas que só têm respostas na diversidade, seja ela cultural, intelectual, racial ou sexual. Afinal , as diferenças são necessárias sempre, sem diferença não há contraste, não há evolução.

A universalidade na diversidade cultural

Nas últimas décadas, a humanidade tem assistido a inúmeros exemplos de dificuldades no tocante ao desafio da convivência e aceitação de culturas e etnias.

Na segunda metade do século passado, a Europa foi palco do genocídio de milhares de pessoas, promovido por Adolf Hitler. Nos séculos passados, as Cruzadas cristãs dizimaram milhares de cristãos e mulçumanos no intuito de tomarem posse da Terra Santa. Atualmente, grupos norte-americanos e europeus ignoram a convivência pacífica com outras raças e realizam formas de discriminação e extermínio contra negros. Apesar de serem reconhecidos como afronta à pluralidade de identidades, tais erros nos são contemporâneos.

O desejo e a falsa consciência de supremacia a outros povos constitui o fator primordial ao não-respeito cultural; contudo, a convivência fraterna entre os povos , segundo a Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural , representa fundamental patrimônio comum, visando o benefício das presentes e futuras gerações.

No Brasil, a capital paulistana conheceu sua ascensão político-econômica graças ao esforço incansável de milhares de nordestinos. Além disso, a cidade de São Paulo conta entre seus habitantes, variados grupos étnicos, a saber, chineses e latino-americanos, africanos e europeus, católicos e ortodoxos, protestantes e mulçumanos. Todos eles ajudaram a formar , o que hoje é , uma das maiores metrópoles mundiais.

Tais exemplos levam-nos a crer que a universalidade na diversidade cultural é caminho propício para a paz mundial, seja ela sonhada por João Paulo II ou Gandhi, pelo monge tibetano ou Luther King. O respeito às culturas, apesar de mostrar-se desafiante, levará a humanidade ao fim de inúmeros conflitos, que nenhuma bomba atômica de Hiroshima ou a prepotência de Hitler foi capaz de realizar.